sábado, 12 de março de 2011

O Bibliotecário de Hoje (?)

Não é tão comum assim presenciar estudantes-vestibulandos com um ideal fixo de querer "ser um Bibliotecário", mas por que? O universo criado por nóis mesmos estabeleceu durante tempos muitos paradigmas quanto ao profissionalismo e a carreira. Médico, Advogado, Arquiteto, etc. são profissões estimuladas pela mídia e pelo capitalismo, de fato.
O que o Bibliotecário tem? é um questionamento não tão sólido, pelo fato deste profissional ter se caracterizado por ser mutável e adaptável, entretanto o que se caracteriza um proffisional "camaleão" desse tipo? O mediador de informação, disseminador, gestor, cientista, dentre outros, ou burocraticamente falando, Bibliotecário, se tornou a peça chave de muitas instituições, de modo geral, desde as educativas às administrativas, aprimorando-se como um profissional altamente confiável e recheado de valorização no mercado.
Dentre tantos precidados, por que algumas "correntes profissionais" ainda se "rebelam" contra a Biblioteconomia? De um modo a parte, o preconceito próprio vem de dentro das próprias faculdades da área, no qual os conservadores ainda não entendem que o profissional evlouiu na sua perspectiva teórica e prática, acarretando na mudança de perfil: Do coadjuvantismo ao status de Ator principal.
Antes visto, comentado e visivelmente criticado, o Bibliotecário apresentava-se no papel de apenas meadiador de toda a informação, que no máximo disseminava e a compreendia, sem papel notável no processo. Hoje em dia, a notoriedade do papel do Gestor de Informação fez com que a sua influência profissional fosse percebida pelos demais, o que antes apenas mediava e disseminava, na atualidade se media, dissemina, critica, constrói. O caratér gerenciador que o profissional Bibliotecário assumiu diversificaram suas atuações na sociedade, a sociedade da informação, na qual tudo esta atrelado, desde as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) até a evolução das Redes Sociais.
Importante frissar, no mais, que a voracidade dos acontecimentos demoram para re-formular o pensamento, diversificar os conceitos, re-atualizar as nomenclaturas. O profissional e os estudantes devem encarar as mudanças na profissão como atividades corriqueiras, o destaque profissional e a ascensão de carreira surge e acelera a partir do desenvolvimento da ferramenta de auto-critica que cada um deve construir.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Sua tribo social importa?

Vivenciamos a chamada Era Z ou Geração Z. Afinal, o que isso tem haver com o nosso modo de agir e pensar? De fato, a sociedade moderna tende a se tornar mutável e interagir concomitantemente com o comportamento repassado pela mídia e afins, e isso faz com que as pessoas busquem adaprtação contínua e desfreada.
O que você come? O que você pensa? O que você esta fazendo agora? Perguntas estas são respondidas pelas ferramentas da atualidade que mais pactuam com os acontecimentos: Tecnologia e Capitalismo. A crescente a cerca dos avanços tecnológicos e o aumento do consumismo tornaram cada vez mais acentuoso a busca por um "urgente idealismo".
Tribos urbanas ou nada mais do que tribos sociais se assemelham bastante umas com as outras, tanto quanto na nomenclatura quanto na forma de repensar socialmente. As tribos são uniformimente criadas paralelamente ao desenvolvimento social, tecnológico e casual. Redes sociais são a prova do quanto as tribos se agregam, dividem, pensam e repensam cotidianamente e de tal forma emitem suas informações publicamente.
Mundo 2.0? A sociedade já vive o 3.0 ou até mais, revendo o ponto de vista da era tecnológica e da evolução social, remodelamos uma sociedade paralela: Digital e Real. Se assemelham, se difereciam e se interagem hora a hora, de forma explicita e bastante debatida.

Afinal, qual a sua tribo "social"?