Não é tão comum assim presenciar estudantes-vestibulandos com um ideal fixo de querer "ser um Bibliotecário", mas por que? O universo criado por nóis mesmos estabeleceu durante tempos muitos paradigmas quanto ao profissionalismo e a carreira. Médico, Advogado, Arquiteto, etc. são profissões estimuladas pela mídia e pelo capitalismo, de fato.
O que o Bibliotecário tem? é um questionamento não tão sólido, pelo fato deste profissional ter se caracterizado por ser mutável e adaptável, entretanto o que se caracteriza um proffisional "camaleão" desse tipo? O mediador de informação, disseminador, gestor, cientista, dentre outros, ou burocraticamente falando, Bibliotecário, se tornou a peça chave de muitas instituições, de modo geral, desde as educativas às administrativas, aprimorando-se como um profissional altamente confiável e recheado de valorização no mercado.
Dentre tantos precidados, por que algumas "correntes profissionais" ainda se "rebelam" contra a Biblioteconomia? De um modo a parte, o preconceito próprio vem de dentro das próprias faculdades da área, no qual os conservadores ainda não entendem que o profissional evlouiu na sua perspectiva teórica e prática, acarretando na mudança de perfil: Do coadjuvantismo ao status de Ator principal.
Antes visto, comentado e visivelmente criticado, o Bibliotecário apresentava-se no papel de apenas meadiador de toda a informação, que no máximo disseminava e a compreendia, sem papel notável no processo. Hoje em dia, a notoriedade do papel do Gestor de Informação fez com que a sua influência profissional fosse percebida pelos demais, o que antes apenas mediava e disseminava, na atualidade se media, dissemina, critica, constrói. O caratér gerenciador que o profissional Bibliotecário assumiu diversificaram suas atuações na sociedade, a sociedade da informação, na qual tudo esta atrelado, desde as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) até a evolução das Redes Sociais.
Importante frissar, no mais, que a voracidade dos acontecimentos demoram para re-formular o pensamento, diversificar os conceitos, re-atualizar as nomenclaturas. O profissional e os estudantes devem encarar as mudanças na profissão como atividades corriqueiras, o destaque profissional e a ascensão de carreira surge e acelera a partir do desenvolvimento da ferramenta de auto-critica que cada um deve construir.

